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Brasil

Brasília ganha 56 voos diários com redução do ICMS

Brasilia wins 56 daily flights by reducing the ICMS

mayo 17, 2013

A redução no ICMS sobre o querosene de aviação no Distrito Federal (DF), de 25% para 12%, que será posta em prática no próximo no dia 25 de maio, terá reflexos práticos no aumento de voos para a capital.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, Brasília irá receber 56 voos diários extras nos próximos 90 dias.

“Esse aumento é um resultado palpável de uma decisão tomada em Brasília”, frisou. Sanovicz ponderou, no entanto, que esse período de aumento nos voos irá coincidir com a Copa das Confederações, quando já era esperado algum aumento no fluxo de turistas.

De acordo com Sanovicz, dos cinco estados que respondem por 68% dos voos nacionais – São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Paraná -, apenas São Paulo ainda cobra 25% de ICMS sobre a querosene.

“Esse é o chamado ‘preço São Paulo’ da aviação”, disse. “Em São Paulo, de 12% a 13% do valor do bilhete é apenas de ICMS, nos outros estados esse valor é menor”, ressaltou.

Indagado sobre se já iniciou negociações com o governo do Estado para reduzir o ICMS sobre a querosene, ele negou. “Ainda não agendamos uma conversa com o governador.

Ainda de acordo com Sanovicz, a redução do ICMS em Brasília serve de modelo para estados que pretendem aumentar o número de voos. “Vários estados põem como meta melhorar a conectividade, assim, vemos que há margem e espaço para isso e Brasília é consequência prática de uma tomada de decisão nesse sentido”, disse.

IATA
O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, comentou um texto divulgado nesta semana pela International Air Transport Association (Iata), associação que representa as aéreas em plano mundial, que critica os preços de combustíveis no Brasil. “No resto do mundo, combustível responde por quase 33% do preço da passagem, no Brasil representa 43%.

Com esse texto, o resto do mundo vai começar a observar os preços brasileiros. Nós, da ABEAR, não vemos razão para os preços serem tão altos no Brasil”, concluiu.

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Fuente: http://exame.abril.com.br

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