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Brasil

Aviões-robô buscam o mercado civil

Mayo 16, 2013

Eles são aviões ou helicópteros sem piloto e com computador de bordo. Vêm em vários tamanhos e pesos São ideais para serviços monótonos, perigosos ou caros demais quando realizados por humanos. Podem ser chamados de drones — termo difundido no exterior — ou pelo nome usado no Brasil: vant (veículo aéreo não tripulado).

No noticiário, os drones ou vants aparecem quase sempre em um contexto bélico, como os que são usados em missões americanas no Paquistão e Afeganistão. No Brasil, drones já fazem parte de operações da polícia e das Forças Armadas.

Mas agora cresce o número de vants que podem ser aplicados em atividades civis como resgate, agricultura, mineração, construção civil, energia e segurança. O potencial é imenso. Um estudo britânico calcula que, em quatro anos, os equipamentos devem criar um mercado de US$ 400 bilhões. Não à toa, novas empresas de tecnologia já têm projetos na área.

Alguns são pequenos como um inseto e cabem na palma da mão. Modelos maiores podem chegar a 25 quilos.

No Brasil, existem 12 fabricantes. Muitos deles fornecem equipamento para as Forças Armadas e a polícia. Grande parte quer expandir as vendas para clientes civis, mas esbarra em um entrave: a falta de regulamentação para o uso comercial por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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Fuente: http://www.bemparana.com.br

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