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A carga aérea internacional na América Latina e no Caribe cresceu 3,1% em fevereiro

Em fevereiro de 2026, a carga aérea internacional transportada de, para e dentro da América Latina e do Caribe alcançou 319.380 toneladas métricas. Isso representa um crescimento de 3,1% na comparação anual com fevereiro de 2025, acima do registrado em janeiro. Colômbia, Brasil e México permaneceram como os três maiores mercados da região, concentrando cerca de 60% do volume total.

Carga aérea internacional em fevereiro de 2026: principais resultados:

  • Os mercados com maior crescimento entre os principais foram:
    • Argentina:  +15,6%
    • Colômbia: +9,0%
    • Perú: +7,5%

 

  • Do total transportado em voos internacionais na região, 47,9% tiveram como origem ou destino a América do Norte.
    • A Europa representou 26,6%, a América Latina e o Caribe 16,6%, e os 9,0% restantes corresponderam a outras regiões, como Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África.

 

  • A Colômbia foi o principal motor do crescimento regional.
    • Volumes alcançaram 70.037 toneladas, com crescimento de 9,0% na comparação anual, equivalente a 5.776 toneladas adicionais. O corredor Colômbia–Estados Unidos totalizou 42.534 toneladas e cresceu 6,1%.

 

  • A Argentina liderou o crescimento em termos percentuais entre os principais mercados.
    • Cresceu 15,6% na comparação anual, impulsionada pelo fluxo Argentina–Estados Unidos, que aumentou 24,7%.

 

  • O Brasil acumula sete meses consecutivos de retração na carga internacional.
    • Volumes totalizaram 66.823 toneladas, com queda de 1,5% na comparação anual. Seus principais corredores com Estados Unidos, Portugal, Chile e Alemanha registraram recuos.

 

  • O tráfego de carga aérea entre a América Latina e o Caribe e a Espanha manteve crescimento.
    • Cresceu 10,5% na comparação anual em fevereiro, com os maiores aumentos nos corredores México–Espanha (+20,9%) e Chile–Espanha (+32%).

 

Em fevereiro, a carga aérea internacional na América Latina e no Caribe cresceu 3,1%, superando 319 mil toneladas e acelerando em relação a janeiro. Colômbia, Brasil e México permaneceram como os principais mercados em volume, enquanto a Argentina liderou o crescimento interanual, com aumento de 15,6%, impulsionado pelo tráfego com os Estados Unidos. Em contraste, o Brasil acumulou sete meses consecutivos de retração, refletindo dinâmicas distintas entre os principais mercados da região. A América do Norte continua concentrando cerca de 48% dos fluxos internacionais da região”, afirmou Peter Cerdá, CEO da ALTA.

 

A análise completa deste relatório, incluindo detalhamento por país, está disponível em: Relatório de Carga ALTA – fevereiro de 2026

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Fuente: ALTA
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