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Em reunião com Euro Atlantic, Embratur propõe soluções para ampliar capacidade aérea no Brasil
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Em reunião com Euro Atlantic, Embratur propõe soluções para ampliar capacidade aérea no Brasil

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, se reuniu com presidente e proprietário da empresa aérea Euro Atlantic Airways, Tomaz Mettelo, e o CEO, Eugénio Fernandes. No encontro foi discutida uma solução para remediar uma possível falta de capacidade de frota das companhias brasileiras para atender a alta temporada, em virtude dos problemas com aeronaves da Boeing.

“Metello me disse que companhias brasileiras não possuem aeronaves para voar no Brasil. Isso porque a fabricante Boeing teve problemas com seus modelos 737-Max e não consegue produzir aviões suficientes para a demanda mundial. A previsão de resolver o problema é pra abril de 2020. Assim, a solução seria “alugar” aeronaves estrangeiras. No entanto, a Anac proíbe que as empresas possam buscar capacidade extra no exterior”, destaca Gilson Machado.

O procedimento chamado ACMI (Aviation, Crew, Maintenance and Inspection) e comum em diversos países e já foi utilizado por companhias aéreas ao redor do mundo, como IcelandAir e Tap. Neste sentido, Machado Neto considera a flexibilização da legislação um caminho viável para aumentar a capacidade aérea no país.

“A Euro Atlantic pode ajudar a melhorar o trafico de aviões no Brasil. Basta que a ANAC autorize que este procedimento seja feito. Tomaz disse que a empresa é um Service Provider. A intenção é colocar o avião, a tripulação, a manutenção e o seguro à disposição da empresa que precisar. A operação será da companhia aérea brasileira que os contratar. “Tal operação já foi feita com a Iceland Air, da Islândia, e tem dado muito certo, com o aumento gradual do número de voos ofertados”, completa.

Gilson propõe que a solução seria a criação de uma legislação temporária da Anac, para possibilitar este modelo enquanto não são solucionados os problemas com o Max. “Isso poderia por em prova, ainda mais com o verão do nosso País se aproximando, se esta seria a saída para falta de aeronaves no Brasil”, completa.

Sem voar desde março e ainda sem previsão de retomada, o Boeing 737-Max atrasou a produção da Boeing, a impossibilitando de atender a demanda mundial. No Brasil, a companhia mais afetada pelo problema foi a Gol, companhia de maior Market share doméstico, que teve a operação de sete aeronaves suspensas e o adiamento na entrega de outras que receberia este ano.

NOVA COMPANHIA NO BRASIL
O presidente da Embratur ainda sugeriu aos executivos a abertura de uma nova companhia aérea para operar no Brasil, aproveitando da nova legislação que permite 100% de capital estrangeiro em empresas aéreas brasileiras. Outra sugestão foi a criação de voos charter entre São Paulo e Melbourne, na Austrália, e de Lisboa para cidade do Norte e Nordeste do País.

“Sugeri a ele abrir uma empresa aérea no Brasil, uma vez que hoje é possível o capital 100% estrangeiro operar no Brasil, ou, até mesmo, que inicie voos charter de Melbourne para São Paulo e de Lisboa para o Manaus e o Nordeste”, afirma…

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