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Gol fechará 2017 com receita de R$ 10,4 bilhões e projeta 2018 com otimismo
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Gol fechará 2017 com receita de R$ 10,4 bilhões e projeta 2018 com otimismo

Boeings 737 MAX da Gol terão capacidade 5% maior do que os 737 NG
O lucro por ação, que varia de R$ 0,80 a R$ 0,90 per share este ano, deve chegar entre R$ 1,20 a R$ 1,40 em 2018

A Gol fornece hoje perspectivas gerais e projeções financeiras para os anos de 2017 (revisado) e 2018 (preliminar). A companhia fechará o ano com 116 aeronaves em sua frota operacional, com a perspectiva de chegar a 2018 com 118 aeronaves. A capacidade da companhia para o ano cresce 0,5% e a previsão para 2018 é ter aumento de 1 a 3%, com destaque para a projeção internacional com variação de 7% a 10%.

Confira a tabela abaixo

A oferta de assentos, que este ano teve queda de 3%, deve crescer de 1% a 3% no ano que vem, logo seguida pelo número de decolagens, que teve queda de 5%, mas que deve crescer também de 1% a 3%. A taxa de ocupação média, por sua vez, ficou em 79% e permanecerá em 2018, com variação possível para até 80%. A receita lí­quida total chegará aos R$ 10,4 bilhões, com expectativa de subir para R$ 11 bilhões em 2018. O lucro por ação, que varia de R$ 0,80 a R$ 0,90 per share este ano, deve chegar entre R$ 1,20 a R$ 1,40 em 2018.

Em nota, a Gol informa ainda que as projeções financeiras "destacam as principais métricas que impactam os resultados financeiros e o valor aos acionistas no longo prazo. A Gol fornece informações prospectivas com foco nas métricas mais relevantes que a Companhia utiliza na avaliação de desempenho do seu negócio. Para o ano de 2017, a Gol ajustou suas premissas de combustível e taxa de câmbio".

Em comparação com o 4T16, a companhia espera um aumento sequencial na capacidade de assentos no 4T17 de aproximadamente 2% no mercado doméstico e de 9% no mercado internacional. Para o 4T17, a Gol espera taxas consolidadas de ocupação na faixa de 81%, com yields consolidados em torno de R$26 centavos (aumento de 5% versus 3T17). Para o quarto trimestre, a companhia prevê um CASK ex-combustível consolidado em torno de R$ 14,5 centavos (redução de 4,5% versus 4T16).

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