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Salvador Bahia Airport é reconhecido como um “aeroporto verde” por órgão internacional de aviação
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Salvador Bahia Airport é reconhecido como um “aeroporto verde” por órgão internacional de aviação

O Salvador Bahia Airport, um integrante da rede VINCI Airports, recebeu do Conselho Internacional de Aeroportos – América Latina e Caribe (ACI- LAC) o reconhecimento de “Aeroporto Verde”. Essa é a segunda vez que o aeroporto da capital baiana recebe esse reconhecimento da instituição, que tem por objetivo destacar o excelente desempenho ambiental e social dos aeroportos da região.

O reconhecimento é atrelado à apresentação do projeto “Aterro Zero”. Desde 2020, o Salvador Bahia Airport recupera 100% dos seus resíduos sólidos e os encaminha para destinação ambientalmente correta, evitando assim o envio dos mesmos para aterro sanitário. Todos os materiais coletados são separados em uma Central de Resíduos e, sempre que possível, reintroduzidos em processos produtivos, de acordo com o conceito de economia circular. Ser Aterro Zero é uma das metas ambientais da rede VINCI Airports que devem ser alcançadas até 2030 por todos os seus aeroportos.

Na premiação anterior, o projeto vencedor foi a instalação da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Modulável e com 99,5% de eficiência, ela permitiu a adoção de reuso de água no aeroporto, reduziu em 37% a necessidade de consumo de água potável no terminal e zerou a emissão de efluentes para corpos hídricos. Nessa edição, três ações do Salvador Bahia Airport foram inscritas: Aterro Zero, Eficiência Energética e Preservação da Biodiversidade.

O recebimento desse reconhecimento, juntamente com os dois títulos consecutivos de “Aeroporto mais sustentável do Brasil”, concedido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e do Prêmio Via Viva, concedido pelo Ministério da Infraestrutura, demonstram a solidez da política ambiental da VINCI Airports. Em apenas quatro anos de concessão, o Salvador Bahia Airport é seguidamente premiado devido aos compromissos assumidos pela rede da qual faz parte, que tem por objetivo atingir a neutralidade de carbono até 2050. Outras metas devem ser cumpridas até 2030, como redução do consumo de energia e de água em 50%, além da não dispensação de resíduos sólidos para aterro sanitário.

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